Vacinas

  • Copyright © Divulgacao

Filtre por Característica

Filtre por Ofertas

Filtre por Perfil da Viagem

Filtre por Serviços

Filtre por Tema

A Área de Orientação e Controle Sanitário de Viajantes tem como uma de suas responsabilidades estabelecer medidas para diminuir os riscos de um viajante vir a adquirir qualquer doença ou agravo de importância em saúde pública durante a viagem.

Por sua vez, as empresas de transportes de passageiros devem cumprir a legislação, orientar e exigir que os viajantes apresentem os documentos necessários, além de adotar as medidas preconizadas pela autoridade sanitária frente a eventos de interesse à saúde pública. Da mesma forma, os viajantes devem prestar informações necessárias e apoiar as medidas estabelecidas.

Ou seja, todos devem unir esforços para proteger a saúde da população.


Para tanto, a principal medida utilizada é a informação direcionada para cuidados com a saúde, que visam a prevenção ou diminuição do risco de exposição à uma doença ou agravo.

A carteira de vacinação é um dos itens mais importantes antes de viajar pelo Brasil ou para o exterior.

Crianças e adultos que vão para áreas endêmicas da febre amarela (Amapá, Tocantins, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Rondônia, Acre, Roraima, Amazonas, Pará, Goiás, Distrito Federal e alguns países da América Latina, África ou Ásia) devem tomar a vacina contra a doença pelo menos dez dias antes de embarcar.

A vacina contra a febre tifóide também é muito importante. Ela deve ser tomada quando se vai para regiões com saneamento básico precário, como o Norte e o Nordeste do Brasil, a Ásia e a África.

Anote aí:

- A vacina contra a febre amarela agora é dose única. Para tirar dúvidas sobre as áreas de risco, ligue para o Disque Saúde (0800-61-1997) ou consulte o consulado do país que pretende visitar.

 

Certificado Internacional de Vacinação

fonte: http://portal.anvisa.gov.br/dicas-de-saude-para-viagem

O Certificado Internacional de Vacinação e Profilaxia (CIVP) é um documento que comprova a vacinação contra a febre amarela e/ou outras doenças. A possibilidade de exigência do CIVP é prevista no Regulamento Sanitário Internacional (RSI). A lista com os países que exigem o certificado está disponível na internet no sítio da Organização Mundial de Saúde (PDF).


De acordo com Nota Técnica nº 06/07/DEVEP/SVS/MS (PDF) o Brasil passa a recomendar a vacinação contra Febre Amarela para viajantes procedentes de áreas internacionais de risco para transmissão da doença ou com destino a estas áreas, bem como para viajantes com destino as áreas nacionais de risco para transmissão da mesma.

Conforme a referida Nota Técnica, o Certificado Internacional de Vacinação e Profilaxia (CIVP), válido contra a Febre Amarela passa a ser exigido, conforme Decreto nº 87, de 15 de abril de 1991, somente para entrada em território nacional de viajantes internacionais procedentes de áreas de ocorrência de Febre Amarela que apresente risco para disseminação internacional. No momento não há nenhuma área apresentando risco de disseminação internacional da doença e, à medida que for estabelecido tal risco, será amplamente divulgado

Para estar protegido contra febre amarela, o viajante deverá ser vacinado no mínimo dez dias antes de sua viagem. Esta vacina terá validade de dez anos, devendo ser novamente administrada até o final desse período. A validade do CIVP corresponderá ao tempo de validade da vacina.


Vacinação

As vacinas dos
 Calendários Nacionais de Vacinação do Programa Nacional de Imunização do Ministério da Saúde são oferecidas gratuitamente em qualquer posto de vacinação instalado em diferentes unidades de saúde das Secretarias Municipais e Estaduais de Saúde. Nestes postos o viajante receberá o Cartão Nacional de Vacinação, válido em todo território nacional

Para encontrar os Serviços de Vacinação Privados credenciados, acesse a 
lista atualizada.

Para viagens internacionais, apresente seu Cartão Nacional de Vacinação em algum Centros de Orientação ao Viajante para a emissão do Certificado Internacional de Vacinação e Profilaxia. Para agilizar seu atendimento, realize seu pré-cadastro e obtenha juntamente informações sobre os cuidados com a saúde em sua viagem.

Acesse a lista dos Centros de Orientação de Viajantes que emitem o Certificado.


Para a emissão do CIVP é necessário:

Caso tenha realizado a vacinação em unidade de vacinação da rede municipal ou estadual, a apresentação do Cartão Nacional de Vacinação preenchido corretamente com: data da administração da vacina, lote da vacina, assinatura do profissional que realizou e identificação da unidade de saúde;

Caso tenha realizado a vacinação em serviço privado, é preciso ainda que o mesmo se encontre credenciado junto a Anvisa;

Apresentação de documento de identidade oficial com foto (carteira de identidade, passaporte, carteira de motorista válida, etc);

A população indígena que não possui documentação está dispensada da apresentação de documento de identidade;

Apresentação da Certidão de Nascimento é aceita para menores de idade (a vacina é recomendada para crianças a partir de 9 meses).

A emissão do CIVP pela autoridade sanitária estará condicionada a assinatura do viajante no ato, sendo imprescindível sua presença.



Isenção de vacinação

Para casos em que a vacinação ou a profilaxia for contra-indicada, deverá ser emitido o Atestado ou Certificado de Isenção de Vacinação e Profilaxia.

A emissão deste certificado pode ser realizada por um profissional médico ou por um Centro de Orientação ao Viajante. Quando emitido por profissional médico deverá se utilizado o modelo de atestado médico específico, disponível abaixo, observando-se:

I. Preenchimento completo e de forma legível dos dados;
II. Identificação do profissional médico e do local onde for efetuado o atendimento;
III. Parecer médico de contra-indicação de vacinação ou profilaxia


Modelo do Formulário de Isenção de Vacinação e Profilaxia (PDF)


Para a emissão do Certificado de Isenção de Vacinação é necessário:

Documento de identidade oficial com foto (carteira de identidade, passaporte, carteira de motorista válida, etc);

A população indígena que não possui documentação está dispensada da apresentação de documento de identidade;

Para menores de idade (a vacina é recomendada para crianças a partir de 09 meses) pode ser apresentada a Certidão de Nascimento.

Atestado médico de contra-indicação de vacinação ou profilaxia onde conste o nome do viajante e a contra-indicação para o recebimento da vacina contra febre amarela. O atestado deverá conter o endereço completo e o telefone do consultório, bem como o CRM, assinatura e carimbo do médico responsável.

Esclarecemos que os Centros de Orientação de Viajantes credenciados para emissão do CIVP poderão chancelar os atestados médicos de contra-indicação que estejam escritos em outros idiomas ou, caso o atestado médico não atenda ao solicitado (modelo acima referido), emitir um certificado de Isenção.

 

 

Vacinação é recomendada para quem vai visitar alguns estados e outros países

Prevenção de doenças

Imunização é indicada pelo Ministério da Saúde e órgãos internacionais para evitar enfermidades endêmicas e contagiosas


Para prevenir ou evitar doenças que possam ser contraídas ao ingressar em diferentes países e estados brasileiros, o Ministério da Saúde e órgãos internacionais recomendam a vacinação para evitar enfermidades endêmicas e contagiosas.

A vacina contra sarampo e rubéola, por exemplo, deve ser tomada antes de qualquer viagem ao exterior, segundo orientação da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas). Em 2011, a Europa registrou cerca de 25 mil casos de sarampo em 33 países, de acordo com a Organização Mundial de Saúde. Por isso, a vacinação é arma para que os brasileiros evitem reintroduzir esta doença no País.

Também se recomenda a vacina tríplice viral – eficaz contra sarampo, rubéola e caxumba. Ela deve seja tomada pelo menos 15 dias antes da partida, em viagens principalmente aos Estados Unidos, Europa e Américas, devido à grande circulação de turistas europeus nesta região. Crianças que receberam a vacinação entre os seis e 11 meses de idade devem ser revacinadas quando completarem um ano. Em todo País, são mais de 30 mil salas de vacinação.

Outra doença endêmica preocupante é a febre amarela. Por isso, alguns países – lista disponível no site da Organização Mundial de Saúde – exigem o Certificado Internacional de Vacinação ou Profilaxia (CIVP) para ingresso em seus territórios, assim como os estados brasileiro de Acre, Amazonas, Amapá, Distrito Federal, Goiás, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins.

A vacina precisa ser tomada 10 dias antes da partida. O CIVP pode ser obtido nos Centros de Orientação ao Viajante da Anvisa, com o Cartão Nacional de Vacinação e um documento de identificação oficial com foto. O Brasil possui acordos internacionais que dão aos brasileiros o atendimento nas redes públicas de saúde estrangeiras. 

O Ministério do Turismo também recomenda que o agente de viagens seja informado sobre possíveis alergias, problemas cardíacos ou outras restrições de saúde, e que um médico seja consultado sobre qualquer atividade física com alto grau de dificuldade. Também é sugerido o uso de repelentes à base de dietiltoluamida e dar preferência para quartos com janelas, portas teladas e cortinados, para evitar malária, dengue e doenças transmitidas por mosquitos.

Mantenha também em dia as vacinas  previstas no calendário do Programa Nacional do Ministério da Saúde, e use preservativos em todas as relações sexuais, evitando assim doenças sexualmente transmissíveis, como HIV/Aids, hepatite B, sífilis, entre outras. A Anvisa ainda alerta que outras vacinas podem ser recomendadas antes de viagens, e é possível conferir isso nos Centros de Orientação ao Viajante, onde informarão se existe indicação ao destino de sua viagem.

Fontes:

Ministério da Saúde

Ministério do Turismo

Guia de Saúde do Viajante

Todo o conteúdo desta página está publicado sob a licença Creative CommonsCC BY ND 3.0 Brasil CC BY ND 3.0 Brasil


Faça sua pergunta ou comentário

O que outros clientes estão vendo agora